Saiba como aplicativo LADY DRIVER, o UBER das mulheres, já atingiu faturamento anual de R$ 10 milhões

Depois de sofrer assédio de um homem ao utilizar um aplicativo de transporte, a empresária Gabryella Corrêa teve a ideia de desenvolver uma plataforma similar de transporte, mas com um detalhe muito importante: voltado somente para mulheres.

Foi então que nasceu o LADY DRIVER, aplicativo de transporte no qual somente motoristas e passageiras mulheres podem se cadastrar no aplicativo. O “UBER das mulheres”, como a própria fundadora chama com carinho, foi apresentado durante sua palestra no MIND7 STARTUP, nesta sexta-feira (17/05), em Caxias do Sul.

Operando somente em São Paulo até o momento, o LADY DRIVER foi lançado no Dia da Mulher, em março de 2017. Surgiu com 1,8 mil motoristas cadastradas. Hoje, já são 35 mil. O aplicativo já contabiliza mais de 500 mil viagens em dois anos de operação, mais de 800 mil downloads e é considerado pelo Financial Times o maior aplicativo de transporte feminino do mundo, segundo Gabryella Corrêa. O faturamento anual já está na casa de R$ 10 milhões.

Agora, o LADY DRIVER está em fase de captação de investidores. A meta é alcançar a cifra de R$ 2 milhões como forma de ter condições de expandir o negócio para o restante do Brasil. Mas a meta deve ser alcançada rapidamente. Em dois meses, segundo Gabryella Corrêa, 80% do valor projetado já foi captado. Até agora são 500 investidores, sendo 70% mulheres. O objetivo, conforme a fundadora do LADY DRIVER , deve ser atingido em cerca de um mês.

“Com isso queremos consolidar nosso serviço em São Paulo para depois replicar o modelo no Brasil. Queremos estar nas principais cidades do país”, destaca Gabryella.

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